A ORIGEM DO BLOG DO HIGIENÓPOLIS FM

Caros leitores, venho escrever mais uma coluna e esta é a 122ª e nela venho contar a história do surgimento deste charmoso blog, um belo conjunto de histórias, que criei para falar do futebol de mesa.
Sempre gostei de ler sobre esportes, principalmente sobre futebol, futsal e futebol de mesa. E lendo os diversos sites e blogs, o que mais me chamou a atenção, e me inspirou para a criação deste meu, foi o blog do mestre Adauto Celso Sambaquy. O lendário mestre é um dos criadores da Regra Brasileira , a regra baiana ou 1 toque, e um grande amante deste nosso saudoso e nostálgico esporte.
Óbvio que também criei o blog com intuito de dar uma visibilidade ao esporte e ao meu time, para conseguir parcerias e patrocínios para disputarmos os campeonatos organizados pelas Federações e pela Confederação.
Consegui um apoio, um apadrinhamento do amigo Cláudio Casseti, que ainda está buscando ajudas de patrocínio para as disputas e ainda ajudar no projeto que temos em mente. Este padrinho conseguiu me ajudar entre outubro de 2012 até metade da temporada de 2013.
Mas 90% da inspiração da criação do blog foi pela grande paixão do mestre Sambaquy pelo nosso esporte e falar ferrenhamente em seu blog.                                                                                                                                                                                               E esta lenda ainda teve a honra de conhecer o sr Getúlio Reis, a segunda maior lenda da história do botonismo.
Mestre Sambaquy me enviou alguns poucos e singelos arquivos de sua história e da história da regra 1 toque. Então, aguardem. Em breve teremos colunas falando de personalidades do futebol de mesa, que contribuiram e ainda contribuem para o crescimento de nosso saudoso e nostálgico esporte.
Bom, este é um resumo do objetivo do blog. Quem quiser ajudar-nos a divulgar o futebol de mesa, mandem e-mail (rlauria_1980@yahoo.com.br) com suas histórias e experiências neste esporte. Aguardo seu e-mail e ótimas leituras.
Nas próximas colunas, falaremos sobre outras regras do futebol de mesa.

PARCERIA? CLÁUDIO CASSETI AINDA É NOSSO ÚNICO PADRINHO!

Queridos amigos leitores. A intenção deste blog, quando o criei, é divulgar o meu time e o futebol de mesa. Óbvio que também tive a intenção de obter parcerias, pois quero por em prática um projeto social que envolve o futebol de mesa. A primeira (e única até agora) procura minha foi o jornal do bairro onde moro (bairro este que dá nome ao meu time), onde conheci o amigo Cláudio Casseti, isso lá pela metade do ano de 2012.
Apresentei meu projeto, expus minhas idéias e encaminhamos alguns pontos. Neste mesmo ano, realizei a Copa Cláudio K7 no River F. C., clube onde sou afiliado. E o projeto ainda no papel. Chegou 2013, firmamos uma parceria e o jornal Folha de Higienópolis patrocinou por seis meses o Higienópolis FM para a disputa da temporada do Campeonato Estadual. E eu ainda insistindo no projeto e na realização de alguns torneios para divulgar o esporte e alavancar o projeto. Mas nada ainda do projeto.
E chegou o ano de 2014, o projeto e os torneios ainda estão no papel. Muitas conversas já aconteceram com o amigo Cláudio Casseti, mas espero com paciência que o nosso padrinho Cláudio encontre alguém que abrace a idéia e nos ajude a manter o projeto. Nós entendemos que o nosso padrinho tem trabalhado em muitos projetos e acredito que já expôs o meu para alguém nos ajudar a manter.
Estamos no aguardo de um novo contato do amigo Cláudio Casseti para mais uma reunião e tentarmos soluções para fecharmos algumas parcerias e até um patrocínio para o Higienópolis FM voltar a jogar o Campeonato Estadual. Em outubro haverá mais tempo para que eu possa me reunir com nosso padrinho e definirmos bastante coisas.
Mas aqui vai meu humilde pedido de apoio para colocarmos o projeto em prática e tirar esta criançada da frente dos vídeo-games e computadores. Entrem em contato, toda ajuda é bem vinda.

"SEGUINDO A PRÉ TEMPORADA E COM REFORÇOS AINDA POR VIR"

Caros leitores. Sigo na minha antecipada pré-temporada 2015 utilizando os 36 jogadores do elenco principal e mais os 04 goleiros. Porém, virão mais reforços por aí e ainda não são reforços em definitivo. Temos mais 05 jogadores para compor a equipe da Seleção de Portugal e temos mais 20 jogadores da equipe do River F. C. para reforçar nosso plantel. Porém, isso se ajeitará até o fim do ano de 2015, sem pressa... Teremos bastante tempo para treinar e adaptar os novos reforços ao grupo.
Devido à incompatibilidade de datas, tivemos que abrir mão do Campeonato Estdual de 2014 e acabando com o sonho de terminar em posições melhores que as posições de anos anteriores, podendo quebrar meus recordes pessoais. Portanto, não podemos analisar a temporada de 2014 e não tem a menor condição de utilizar esta temporada como parâmetro, porém há como corrigir erros através dos resultados ds etapas da Liga IV Centenário, dos campeonatos internos do River F. C. e dos amistosos realizados, tanto internamente quanto externamente.
Participamos, até agora, de três etapas da Liga IV Centenário, que vem servindo como laboratório para esta preparação e também servindo como testes psicológicos para o técnico, devido ao ambiente não ter ar condicionado e nem ventilador o que é um fator muito diferente do que jogamos normalmente no clube ou em competições oficiais, e também a etapa é jogada em um dia de domingo, dia que abro mão de jogar para descansar e curtir a família.
Nas três etapas que disputei na Liga IV Centenário, fiquei em terceiro na primeira etapa e na terceira e oitava etapas fiz campanhas pífias aonde anotei os erros e corrigirei para que não aconteça nas competições oficiais e nem neste torneio.
Então está aí um resumo das atividades atuais do plantel do Higienópolis Futebol de Mesa. Ainda aberto a propostas de amistosos, torneios e algumas semanas para viajar, para reforçar os treinamentos para a temporada 2015.

A ARTE E A ALEGRIA DE JOGAR FUTEBOL DE MESA

Caros leitores. Quem joga futebol de mesa, gosta de uma boa partida com seus amigos. Eu, particularmente, gosto de jogar com qualquer tipo de 'bolinha' e regra. Porém, é explicito que tenho uma tendência para a 'bola quadrada' - vulgarmente falando, o 'dado'. Seja em qual regra for e qual tamanho de jogador for.
Por questões óbvias, me associei a um clube (desde 2002) e por várias vezes, disputei torneios a nível estadual, nacional e até internacional, sendo federado. Mas jogar em ligas com regras oficiais e regras não oficiais também. E é muito gostoso, pois você consegue misturar competitividade com nostalgia. Mas a organização e a competitividade de um clube e um campeonato de uma Federação é bem maior e o clima é bem mais 'profissional' e tendo cada um com suas 'vantagens'.
Ultimamente tenho me revezado entre esses dois 'lados', jogando torneios em 'ligas amadoras' e 'profissionalmente' em um clube - apesar de não estar mais federado desde julho.
Porém, divido minhas atenções e não participo de apenas uma 'liga amadora' - mas digo com toda franqueza que em 70% de minha vontade,  prefiro jogaros campeonatos federados e os 30% de minha vontade de frequentar tais 'ligas amadoras' - é uma relaxada básica. Apesar de que, o pessoal dessas 'ligas amadoras' levam a sério e acabam criando rivalidades desnecessárias até algumas desavenças. O que mas importa é jogar o futebol de mesa com a maior alegria possível e conviver harmoniosamente com todos os 
Bom, sinceramente, o importante é jogar futebol de mesa e debater sobre  os jogos! Ótima leitura

ASQUEROSO

Não esqueçamos que o Grêmio perdeu em casa por 2 x 0, em um torneio disputado em dupla eliminatória com saldo de gols. A sequência na Copa do Brasil dependia de um resultado improvável na Vila Belmiro, de modo que dizer que o STJD “tirou o Grêmio” da competição com sua mão pesada é um pouco de exagero.
Jamais saberemos qual seria a decisão do tribunal se o placar do jogo de ida tivesse sido o inverso, mas esse é um aspecto menor agora. Se a pena imposta pelos auditores servir para alterar o ambiente nos jogos em casa do time gaúcho, teremos avançado. Outros jogadores negros não sofrerão abuso semelhante ao imposto a Aranha, e os iluminados – julgam-se “dirigentes” – que falaram em encenação do goleiro santista vociferarão nos camarotes. Que tomem cuidado.
A responsabilização do clube por objetos atirados no campo por “torcedores” irresponsáveis cabe como exemplo. Os casos diminuíram justamente porque a coletividade vigia o tolo que não se comporta. Voltará a acontecer? Claro que sim. Não há lei ou pena que impeçam a recorrência de uma infração. Os clubes aprenderam a se mobilizar para identificar os infratores, medida que deve ser tomada com relação a quem chama jogadores adversários de macaco. Se o clube agir, no ato, terá argumentos para não ser punido.
O problema é que o currículo do STJD é tão controverso que até quem se sente representado por uma decisão revisita os próprios conceitos. Mas no caso em questão, é importante lembrar que as manifestações que vimos na última quinta-feira são frequentes em setores da torcida do Grêmio. As tentativas despudoradas de descaracterizar a ofensa racista evidente não fazem deste um episódio isolado ou sem importância. Não aconteceu onde aconteceu por acaso.
Que seja punido dessa maneira, para que as regras de convivência sejam respeitadas. Que diminua até se tornar raro. Que não seja aceito em lugar nenhum. Porque é asqueroso.

SONHO RUIM

Com todo o respeito à opinião de Alexandre Gallo, existem, sim, sonhos maiores do que o ouro olímpico. E mesmo que o coordenador das categorias de base da CBF esteja falando apenas sobre seu objetivo como técnico do time que disputará os Jogos de 2016, a medalha de ouro não deveria ser elevada ao Santo Graal.
O exagero que se comete em relação ao “único título que a Seleção Brasileira não tem” é só mais um aspecto do materialismo que conduziu ao 1x7, reflexo do “sonho do hexa” frustrado, complexo de quem quer ter em vez de ser. A dois anos das Olimpíadas do Rio de Janeiro, busca-se uma conquista, não um time.
Jamais ter ganhado o torneio olímpico de futebol não faz falta à Seleção Brasileira. Nem ao currículo da camisa e nem à memória emocional de quem se importa com ela. E quanto maior o investimento de recursos e expectativas, como a convocação de jogadores acima da idade para aumentar a possibilidade de vitória, maior é a decepção com um evento que deve ser encarado como um meio.
Gallo foi o responsável pelo último exercício de supervalorização da medalha que os argentinos ganharam duas vezes nos últimos dez anos. Nos estádios da Copa, ninguém os ouviu cantar sobre os feitos alcançados em Atenas e Pequim. A Espanha venceu em Barcelona 92, conquista que não se compara ao período que teve início dezesseis anos depois.
O ouro no futebol em 2016 não terá significado em si. A não ser que seja conquistado por uma equipe que colabore para a recuperação dos conceitos que a Seleção Brasileira deve exibir, será apenas um objeto de metal. O grande sonho deve ser um time, e aqui estamos falando, claro, da Seleção principal.
Quanto aos conceitos, obviamente não se trata de retornar no tempo até 1970 ou 1982. Não é assim que o Brasil de 2014 deveria JOGAR. O Brasil de hoje deveria jogar como a Alemanha, mas melhor. Esse foi o sonho que os alemães tiveram quando perderam para a Espanha em 2008.

TEMPORADA 2015 JÁ COMEÇOU PARA O H. F. M.

Olá, galera. Estamos aqui em mais uma coluna. Este ano só pude disputar a primeira de seis etapas do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, devido à incompatibilidade de calendário por conta de particularidades que surgiram e que impediram e impedirão ao longo da temporada. Portanto, a temporada 2015 bateu à porta do H. F. M. e já estamos nos preparando para a temporada. Reforçamos o plantel e ainda virão mais novidades até o fim do ano, buscamos incansavelmente parcerias, teremos em breve um novo CT, participaremos de torneios abertos e de ligas independentes para 'dar mais experiência ao plantel' e conhecer novos adversários - enfim, planejamos 2015 desde já para alcançar maiores voos.
Alguns quesitos já tive boas evoluções, melhorei média de gols - já passa de 1 gol por jogo, tive pequena melhora na defesa, entro na mesa sem medo de perder para tal adversário. Porém ainda procuro mais me concentrar, ter mais paciência, levar muito mais a sério!
Planejamos algumas datas para realizar alguns amistosos e assim que o CT estiver pronto, realizaremos alguns torneios amistosos como preparação. Utilizaremos a Liga IV Centenário como laboratório para o plantel e preparação para as etapas do Campeonato Estadual, além dos treinamentos de terças, quintas e sábado no River F. Clube.
Bom, aí um resumo do planejamento do H. F. M. para o fim da temporada 2014 e início da temporada 2015 - mesmo estando ainda em agosto. Obrigado por sua leitura!

OS INCAPAZES...

Impressionou-me o noticiário, há um mês, dando conta de que o Vasco admitia o empréstimo do meia colombiano Montoya aos portugueses do Vitória de Guimarães. 
O jogador, de 22 anos, foi contratado no ano passado com alguma expectativa, depois de boa temporada no futebol argentino. 
O menino é um canhoto habilidoso, com boa técnica, velocidade, típico portenho desses que os clubes buscam para fazê-lo de referência na ligação com o ataque. 
Mas não teve sorte. 
Primeiro, por sua demorada regularização. 
Depois, por encontrar um time de jogadores preguiçosos, de qualidade técnica sofrível. 
Num departamento de futebol sem comando e nas mãos de comissões técnicas incapazes, vocês imaginam a luta...
ENTRE setembro e dezembro, a esperada joia, em quem o Vasco em parceria com empresários investiu R$ 3 milhões, teve jogou com Abuda, Sandro, Cris, Nei, Wendell, Bernardo, André e Reginaldo _ o que, por si só, já diz muito no que se refere à adaptação de um estrangeiro de 21 anos, pressionado por resultados imediatos. 
NO BRASIL, cobra-se muito dos jovens com potencial.
Em vez de trabalhar a capacidade deles, corrigindo erros e aprimorando virtudes, os técnicos agem como inquisidores, atirando jogadores com menos de 24 anos na fogueira dos resultados imediatos _ como se fossem culpados por saberem jogar bola. 
Rigor, aliás, que não se vê com os "cumpridores de determinações táticas".
EM SUMA: vale mais quem faz o que o técnico manda do que quem manuseia a bola com destreza, ensaia o drible e ousa dar um mínimo de plasticidade ao jogo. 
Quer dizer, depende: se for um jogador formado e amigo do treinador...
MONTOYA não é um craque (longe disso), mas não é lógico emprestá-lo sem antes experimentá-lo ao lado de jogadores como Douglas, Kleber, Fabrício, Diego Renan, Guiñazu - enfim, de qualidade superior aos que rebaixaram o clube.
Não conheço um só estrangeiro que obtido resultado aos 22 anos. 
Geralmente, desabrocham aos 25, e com mais de um ano de adaptação. 
O COLOMBIANO também não é o único. 
O argentino Lucas Mugni, de 22 anos, passa o mesmo no Flamengo: muita cobrança e pouca lapidação. 
Se bem que, a bem da verdade, Jayme de Almeida vinha tentando aperfeiçoá-lo. 
Mas é por aí que se consegue enxergar o que os técnicos brasileiros não admitem: a preocupação deles é fazer o time não perder. 
Jogar futebol é outra coisa...

A MÁ FAMA

Mircea Lucescu, ex-jogador do Dínamo Bucareste das décadas de 60 e 70, sempre foi um apaixonado pelo futebol brasileiro. Não apenas pelo estilo de jogo que admira desde os tempos de Pelé, Tostão & cia, mas, sobretudo, pelo estilo de vida nos trópicos.
A ponto de em 2013 dizer à revista France Football que a essência do nosso povo girava em torno de "futebol, samba, praia e sexo" - impressão tirada depois de passar alguns dias excursionando pelo país com a seleção romena, em 1967.
POIS BEM, ontem, o hoje técnico do Shakhtar Donetsk voltou a falar dessa admiração ao criticar o comportamento "pouco profissional" de alguns dos 12 brasileiros com contrato em vigor com o clube ucraniano.
E direcionou as críticas ao ex-tricolor Wellington Nem, que segundo ele está sendo mal orientado a forçar a liberação para um retorno ao Fluminense, depois de ter sido vendido há um ano por um punhado de euros.
É PRÁTICA antiga, sabemos, mas Locescu diz que a fama de mau profissional já roda os clubes europeus. "E o talento não é tudo", ressalta.
O DURO DISCURSO me fez lembrar do desconforto do CEO do Benfica, Domingos Oliveira.
Quando perguntado sobre a dura relação que os clubes portugueses decidiram assumir nas negociações de jogadores com os brasileiros, Domingos, destaque do fórum de marketing esportivo organizado pela W2G Sports, na Uerj, sorriu ironicamente e disse que não estaria sendo cortês se utilizasse o evento para dizer o que pensa sobre os clubes brasileiros a este respeito. 
Fiquei sem graça...

CRÔNICAS DIVERSIFICADAS

Olá, galera! Vocês que acompanham o meu blog já repararam e, provavelmente, já vieram com um questionamento em mente ao ler minhas colunas: "se o blog do Lauria é sobre Futebol de Mesa, por que o Lauria fala de futebol?"... Amigos do meu Brasil, falo sobre o futebol porque é a nossa paixão e o que nos inspira e nos faz sonhar para praticar o delicioso Futebol de Mesa.
Lembrando que somos um país democrático e de liberdade de expressão, podemos falar de qualquer assunto neste charmoso blog. Mas a paixão pelo futebol e pelo futebol de mesa são maiores e escrevemos exclusivamente sobre estas paixões.
Gosto muito de ler e escrever e sou apaixonado por futebol e futebol de mesa. Então decidi unir a fome com  vontade de comer e escrevo sobre futebol e futebol de mesa. São duas paixões inexplicáveis e que me trazem muitas alegrias.
Comecei a acompanhar futebol com 06 anos e comecei no futebol de mesa com 07 anos, ambos graças a meu pai. A medida que o tempo passou, a paixão só aumentou, até que resolvi escrever as colunas neste charmoso blog. E já incentivo o meu filho a fazer o mesmo. Ele gosta de futebol, gosta de jogar futebol de mesa e até me acompanha nos treinamentos e competições de futemesa.
Bom, galera. Isto é um resumo do que vocês poderão esperar deste charmoso e democrático blog. Leiam e comentem as colunas. Todos vocês podem viajar nas crônicas e nas histórias fictícias. Continuem visitando o blog e "VIVA O FUTEBOL DE MESA!"