JOGANDO CONTRA O SANTOS DO AURÉLIO!

Bom, vocês sabem que temos muitas histórias para contar nesse mundo mágico do futebol de mesa. E esta é a que eu mais gosto de contar e vivenciar (pois ainda nos enfrentamos).
Jogar contra o sr Aurélio é uma honra imensa e a certeza de muita risada. Lembramos de quando nos conhecemos, dos torneios que disputamos em diversos lugares, de outros colegas que são engraçados ou que não temos afinidade, enfim, muitas histórias que surgem em nossas conversas.
Porém, rimos muito de cada jogo que nos enfrentamos, pois alguns 'jogadores' do seu poderoso Santos, craques da época de Pelé e que ainda continuam craques nas mãos do 'Navalhada'. Mesmo transformados em jogadores diferentes, os botões!
Craques da década de 1960 como Pelé, Coutinho, Carlos Alberto Torres, Dorval, Pepe, Rildo e o meu carrasco: Mengálvio! Um time de respeito, ainda mais quando o Aurélio vem com seus chutes tipo 'navalhada'! E mesmo ganhando ou perdendo, sou vítima dos gols do Mengálvio, do Coutinho, do Pepe e do crioulo que joga muito - o Pelé!
O 'Navalhada' ri muito toda vez que vem ao ataque, quando me enfrenta. Pois toda vez que pede pra chutar, eu comento: "Ah, não! Lá vem esse cara! Ele só faz gol em mim! Quem é esse mesmo? Mengálvio, né?" Me refiro sempre ao Mengálvio desse jeito por sempre marcar gols em mim, quando enfrento o 'Navalhada'.
E ele é o artilheiro deste poderoso time do Santos, conduzido magnificamente e em uma magia imensurável por um dos maiores craques da história do dadinho e do futebol de mesa do estado do Rio de Janeiro e do nosso clube, o River Futebol Clube.
E ainda lembramos de um conhecido atleta do meio botonístico, que insiste em dizer aos quatro ventos, que foi ele quem ensinou o 'Navalhada' e seu filho, Marco Aurélio, a jogar futmesa! Histórias que só quem vive no meio é quem pode contar!

COPA GABISA

Olá, amigos leitores - botonistas ou não!
Será realizado, na Liga IV Centenário, no dia 28 de dezembro de 2014, último domingo do mês, a 1ª Copa Gabisa de Futebol de Mesa. O torneio será realizado através de uma parceria entre o HFM (http://higienopolisfm.blogspot.com.br/) e o seu padrinho, Cláudio Casseti. Realizado para reunir botonistas de diversas localidades e, principalmente, de nosso bairro e adjacências. Premiação até o oitavo lugar. Troféu para os três primeiros e medalhas até o oitavo lugar. Taxa normal de etapa: R$ 20,00 para o TRADICIONAL CAFÉ DA MANHÃ! Caso surjam mais novidades, informaremos.




Quaisquer dúvidas, entrem em contato:

(21) 97230-1512 ou rlauria_1980@yahoo.com.br


ENTÃO É NATAL!

Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.
Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia. 
O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração. Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.

COPA GABISA

Olá, amigos leitores - botonistas ou não!
Será realizado, na Liga IV Centenário, no dia 28 de dezembro de 2014, último domingo do mês, a 1ª Copa Gabisa de Futebol de Mesa. O torneio será realizado através de uma parceria entre o HFM (http://higienopolisfm.blogspot.com.br/) e o seu padrinho, Cláudio Casseti. Realizado para reunir botonistas de diversas localidades e, principalmente, de nosso bairro e adjacências. Premiação até o oitavo lugar. Troféu para os três primeiros e medalhas até o oitavo lugar. Taxa normal de etapa: R$ 20,00 para o TRADICIONAL CAFÉ DA MANHÃ! Caso surjam mais novidades, informaremos.

Quaisquer dúvidas, entrem em contato:

(21) 97230-1512 ou rlauria_1980@yahoo.com.br

EURICO DE VOLTA AO VASCO! DE NOVO? NÃÃÃÃO!

O blog vem nesta coluna para tratar de uma questão séria, preocupante.
A vitória de Eurico Miranda nas eleições do Vasco é demonstração micro, em um clube de futebol, de que o fascismo está no ar!
Ficou claro no período pré e pós eleições presidenciais. Longe de ser uma visão maniqueísta, mas vermos em 2014 cidadãos, ainda que em minoria, defendendo um golpe militar e deputados e senadores que publicamente pregam o preconceito com os “diferentes” sendo eleitos com votações significativas é algo perturbador.
Reforça uma tendência histórica, não só no país, de resgate de pensamentos conservadores quando as gestões mais democráticas falham. Desde a República de Weimar que abriu espaço para o Nazismo na Alemanha, passando pelo Brasil que abrigou a Semana de Arte Moderna de 1922 e depois passou pela Ação Integralista e terminou com o Estado Novo de Getúlio. Sem contar a ultradireita fortalecida em outras nações importantes no planeta. Assim como as sanguinárias ditaduras socialistas.
Alternância de poder baseada em ideais de manutenção da TFP – Tradição, Família e Propriedade. Mais ou menos como os vascaínos que foram às urnas.
Decepcionados com a gestão Roberto Dinamite, buscam em Eurico o resgate da era vitoriosa, com times fortes e títulos. Também força nos bastidores, peitando rivais e emissoras de TV – esquecendo que também são parceiros comerciais.
É bom lembrar que no final da administração anterior do próximo mandatário o clube já estava afundado em dívidas, sem credibilidade no mercado e lutando para não cair no Brasileiro. Os eleitores vascaínos podem até querer voltar aos anos 1990, mas o país e o mundo mudaram bastante.
Toda truculência e desrespeito à liberdade, inclusive da imprensa, será noticiada. Até porque agora quase todo mundo tem um celular com câmera para registrar. Tudo isso apenas vai denegrir a imagem de um clube de linda história, respeitando as diferenças. Bem distante dos ideais e das práticas do próximo presidente.
Deixo aqui os pêsames a todos os cruzmaltinos que apoiam ou não a volta de um passado que devia estar enterrado. O futuro não parece promissor.

COPA CLÁUDIO CASSETI

Olá, amigos leitores. Foi realizada a Copa Cláudio Casseti neste sábado, 22 de novembro de 2014, com a participação de 09 pessoas e em um clima de muita descontração. O torneio foi disputado em turno único, onde a definição de campeão e demais posições seria por pontos corridos.
O torneio foi bem equilibrado até a penúltima rodada, onde Cláudio 'Latino' garantiu o título com antecedência, indo para a última rodada só para receber a faixa de campeão.
A descontração tomou conta do ambiente, onde todos jogamos brincando um com os outros, contando piadas, inventando histórias e rindo das jogadas erradas e derrotas dos outros. Nos divertivos até com a chuva que caía fora do salão.
Abaixo segue a classificação final:
CAMPEÃO - Cláudio 'Latino' Leão
VICE CAMPEÃO - Marcão
3º LUGAR - Breda
4º LUGAR - Maia
5º LUGAR - Maia Jr
6º LUGAR - Rodrigo Risada
7º LUGAR - João Ricardo 'Gordinho'
8º LUGAR - Lauria

QUANDO EDSON PISA FEIO NA BOLA!

Pelé é o maior de todos. O atleta do século XX! Um mito! O jogador de futebol mais completo que já existiu. Fez gols de todas as formas possíveis e imagináveis. É o Deus do esporte mais popular do globo terrestre. Até mesmo gols perdidos seus viraram obras-primas, poderiam figurar em pinacotecas de quadros vivos da bola, como o drible da vaca no uruguaio Mazurkiewicz. É uma figura adorada, idolatrada, salve, salve! Seu jogo foi perfeito, infalível, de mais de mil gols, mais de mil socos no ar, mais de mil glórias. Milhares de palmas são insuficientes. Vida longa ao Rei!
Ufa… Depois deste necessário preâmbulo para falar do maioral da bola, peço vênia à majestade para referir-me à sua face humana, Edson Arantes do Nascimento. Este, ao contrário daquele, erra, faz parte dos mortais. Pisa na bola, coisa que, se fez alguma vez no gramado, Pelé logo corrigiu com um gol de letra, de primeira, esquerda ou direita, cabeça ou qualquer outra forma do seu infinito repertório concedido pela genética ou por alguma divinidade que o escolheu a dedo. É preciso antes idolatrar Pelé – uma redundância diante da história – para poder então criticar as opiniões de Edson, algumas bastante controvertidas. Sem deboche, pois mesmo com a distinção de figuras Pelé e Edson habitam o mesmo ser. Aproveito aqui a separação que o próprio sempre fez entre o homem Edson e o jogador Pelé. Diferença que ajuda a aliviar culpas, como a deste escriba, fã ardoroso de Pelé e que, assim, sente-se mais confortável para discordar de Edson sem trair suas mais arraigadas paixões.
Edson, um negro que, na pele de Pelé, conquistou o Brasil e o mundo, não viu com bons olhos a reação do goleiro Aranha aos insultos racistas que recebeu. Para sustentar seu argumento, lembrou, vejam só, de Pelé, seu alter ego, que, segundo ele, ouviu muitos xingamentos do tipo na carreira e não reagia porque se o fizesse pararia uma quantidade enorme de jogos. Então deveria tê-lo feito. Imaginem se nas décadas de 60 e 70, no seu auge, o maior dos jogadores se revoltasse ao ser chamado de “macaco ou crioulo” e forçasse a paralisação desses jogos? A repercussão, mesmo em tempos bem menos midiáticos, seria provavelmente ainda maior que a do goleiro. Caso se recusasse a jogar enquanto ofendessem sua dignidade, Pelé teria durante sua brilhante carreira erguido uma bandeira com ressonância talvez maior que o famoso clamor para que o país olhasse para as crianças pobres, feito após a marcação do milésimo gol, no Maracanã. Imagine o que não contribuiria para a causa do combate ao racismo uma postura dessas vindo de um jogador que todos queriam ver? Seria uma espécie de Martin Luther King de chuteiras ou um Mandela dos gramados.
Edson certamente não teve a intenção, mas acabou fazendo uma defesa da tolerância ao racismo nos estádios. Pediu que os atletas negros sejam cordeirinhos, meninos de engenho calados diante das línguas em forma de chibata dos ignóbeis que frequentam arquibancadas e estão por aí, nos recantos das cidades. Pelé fez gols de placa. Edson às vezes faz gols contra.

COPA CLÁUDIO K7

Olá, amigos leitores - botonistas ou não!
Será realizado, na Liga IV Centenário, no dia 22 de novembro de 2014, penúltimo sábado do mês, às 14 horas, a Copa Cláudio K7 de Futebol de Mesa. O torneio será realizado através de uma parceria entre o HFM, o seu padrinho, Cláudio Casseti e a Liga IV Centenário. Realizado para reunir botonistas de diversas localidades e, principalmente, de nosso bairro e adjacências. Premiação até o oitavo lugar. Troféu para os três primeiros e medalhas até o oitavo lugar. Caso surjam mais novidades, informaremos.
Quaisquer dúvidas, entrem em contato:
(21) 97230-1512 ou rlauria_1980@yahoo.com.br
Aguardem que virão mais. Informaremos.

IR E VER!

Faz uma década que um dos maiores jogos de futebol do mundo foi vetado para os torcedores do time visitante. Políticos, autoridades e dirigentes argentinos confessaram-se incompetentes para organizar o principal evento esportivo do país em 2004, quando Boca Juniors e River Plate se encontraram nas semifinais da Copa Libertadores da América. Em nome da segurança que são incapazes de oferecer, os responsáveis decidiram eliminar uma parte do espetáculo.
Naquele ano, nenhum torcedor do Boca Juniors pôde ver o gol de Tevez ou a defesa de Abbondanzieri nas cobranças de pênaltis no Monumental de Nuñez. E se viu, estava infiltrado entre “inimigos” e não pôde celebrar, o que obviamente corrompe a experiência de torcer. Não fosse a televisão, a comemoração que gerou a expulsão de Tevez por imitar o bater de asas de uma galinha (em alusão pejorativa à torcida do River) seria uma lenda alimentada por fotografias e pelas versões, nem sempre coincidentes, de quem estava no estádio.
Buenos Aires voltará a ver dois superclássicos nos próximos dias 20 e 27, pelas semifinais da Copa Sul-Americana, e a única afirmação que se pode fazer de antemão é que os jogos terão apenas público local. Não se pense, porém, que serão noites sonolentas para as forças de segurança. Efetivos de mais de dois mil policiais têm sido frequentes nos encontros entre Boca e River nos últimos anos, mostra do aparato que se tem de montar para garantir que tudo corra bem mesmo sem a presença de torcedores visitantes.
É animador saber que as finais da Copa do Brasil não seguirão o (mau) exemplo do futebol argentino, e, ao contrário do que temos acompanhado recentemente nos clássicos entre Cruzeiro e Atlético Mineiro, torcedores de ambos os times poderão ir ao Independência e ao Mineirão. Mesmo que a decisão tenha sido tomada em um ambiente de pouco entendimento entre os dirigentes dos clubes de Belo Horizonte, muito pior teria sido permitir que partidas históricas – provavelmente as maiores entre esses rivais, em todos os tempos – fossem realizadas com restrição de público. O futebol é um jogo entre dois times que só existem por causa das pessoas que os sustentam.
Acostumamo-nos no Brasil a clássicos disputados em estádios neutros e cargas de ingressos divididas. Uma configuração “democrática”, que já nos proporcionou ambientes espetaculares, mas que não se aplica a situações como a que discutimos aqui: jogos de ida e volta em estádios diferentes. É preciso respeitar os interesses esportivos e econômicos que fazem com que um clube queira jogar em sua casa, mesmo que isso signifique que menos pessoas terão acesso ao evento. É assim em todos os lugares onde o futebol é importante. O que não se pode aceitar é torcida única, um passo perigoso na direção do impensável: o futebol sem público.
É ótimo que atleticanos e cruzeirenses possam acompanhar seus times nos estádios rivais, um direito que torcedores do Boca Juniors e do River Plate perderam há dez anos.

GALO ÚNICO

Foi 2 a 0 Galo. E poderia ter sido maior o placar.
O Cruzeiro tentou se sentir em casa no Independência. Luan não deixou. Marcos Rocha cruzou com categoria e o atacante que corre, que joga e que marca abriu o placar. Impedido. Como também foi irregular o time que não teve Everton Ribeiro inspirado. Ricardo Goulart voltou a não aparecer. Willian se doou mais uma vez, como Marcelo Moreno, mas sem o aproveitamento usual – também pela ótima atuação de Leo Silva e do surpreendente Jemerson. Mayke também não apareceu no ataque com a mesma fluência, bem marcado que foi pelo cada vez melhor Carlos e pelo promissor Douglas Santos. O ótimo Carlos que é outro atacante que sabe jogar (e muito), e aprendeu rapidamente a não deixar jogar (e bastante).
Pela esquerda, Samudio não atacou como Egídio, e marcou ainda menos que o titular da esquerda do Cruzeiro. Diferentemente dos volantes Josué e Leandro Donizete, que não deixaram jogar o meio-campo celeste, e deram o suporte para Dátolo flutuar e, também, Marcos Rocha apoiar com consistência para passar a bola do primeiro gol como se fosse com as mãos. E, na segunda etapa, levantar a bola na área rival como se fosse com os pés na cobrança do lateral, para o segundo gol atleticano.
O letal arremesso lateral de Marcos Rocha chegou a Carlos, que deu o segundo gol a Dátolo, fazendo justiça à intensidade e qualidade do time do decisivo Tardelli, e, também, a uma partida pálida do Cruzeiro. Ainda reversível pela força celeste, um time que pode vencer qualquer rival no Brasil. Mas muito difícil de acontecer pelo que tem feito esse Galo doido. E são. Um time que pode se superar contra qualquer adversário.